Vida com Alicerce

Jesus pergunta: “Por que vocês me chamam ‘Senhor, Senhor’ e não fazem o que eu digo?” (Lc 6:46).

Encontramos a expressão “Senhor, Senhor” mais quatro vezes nos evangelhos, duas em Mateus 7 falando dos que profetizam, expulsam demônios e fazem maravilhas em nome de Jesus. Desses Jesus diz: “Nunca os conheci”. As virgens insensatas também clamam “Senhor, Senhor”, ao descobrirem que ficaram do lado de fora e não podem seguir o Noivo. São os falsos crentes, sem o azeite que representa o Espírito Santo. E no capítulo 13 de Lucas um pai de família fecha a porta sem dar ouvidos aos que do lado de fora clamam: “Senhor, Senhor”.

Em 2 Tessalonicenses 2:10 ao 12 vemos os “que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça” (2 Ts 2:10-12). Estes são os deixados para trás após o arrebatamento da Igreja, por professarem ser cristãos sem nunca o terem sido. É a cristandade apóstata, a “Grande Meretriz” de Apocalipse, que crerá na mentira do anticristo. São os que escutam o evangelho, porém rejeitam “o amor à verdade”.

Ter amor à verdade é amar aquilo que Jesus falou, mas isto não se restringe às palavras de Jesus nos evangelhos. A rigor, a Bíblia toda é a Palavra de Deus, e as cartas dos apóstolos são as instruções diretas dadas à Igreja. Paulo afirmou: “O que lhes estou escrevendo é mandamento do Senhor” (1 Co 14:37). Muitos cristãos hoje sentem aversão ao que Paulo escreveu. Eles leem os fundamentos deixados pelos apóstolos como se fossem opiniões pessoais ou velhos costumes orientais. Não percebem que eles são o alicerce do cristianismo, e Cristo a “pedra angular”.

Jesus avisa: “Aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica, é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa” (Lc 6:49). Mas os que creem em Cristo são “membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular, no qual todo o edifício é ajustado e cresce para tornar-se um santuário santo no Senhor. Nele vocês também estão sendo juntamente edificados, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito” (Ef 2:19-22). É este o seu alicerce?

Autor: Mario Persona
Fonte: O evangelho em 3 minutos 

Via:gospelprime

Quinta-feira, 15 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.” 1 Tessalonicenses 5.6

O Senhor exaltado fala claramente à igreja de Sardes e também a nós por meio de Sua palavra: “Sê vigilante!”Adormecemos espiritualmente em relação a três coisas: oração, palavra, testemunho.

1. Estar desperto na vida de oração significa que levamos a sério o poder da oração, que “antes de tudo” estejamos de joelhos lutando, que clamemos a Deus sem cessar, porque sabemos que Ele ouve orações. O Senhor espera por você agora. Talvez Ele já esteja esperando o dia todo por você, ansioso para que você O busque em oração. É Ele que dá a bênção, mas: “Nada tendes, porque não pedis.”

2. O sono em relação à Palavra é igualmente enganoso. Você se firma nas promessas que o Senhor lhe deu? A vontade de Deus em relação à nossa santificação está na Bíblia da mesma maneira e com a mesma ênfase com que o Senhor expõe nela a Sua vontade de salvar a todos os homens de seus pecados.

3. Só tem poder e autoridade espiritual aquele que ora vitoriosamente, que leva a Palavra a sério, que não se deixa deter por cansaço mental, mas que continua implorando diante do trono da graça de Deus até ser atendido. Só quem tem uma vida de oração pela Palavra de Deus consegue ter um testemunho vibrante e eficaz!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Quarta-feira,14 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” Apocalipse 3.11

O Senhor ainda não voltou, Ele ainda espera. Mas olhamos constantemente para o grande momento em que seremos transformados e receberemos um corpo “semelhante ao Seu corpo de glória”, e com velocidade inimaginável seremos arrebatados para junto dEle nas nuvens. Mas agora nos encontramos exatamente no período sobre o qual Mateus diz: “E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono, e adormeceram.” Eu gostaria de salientar que, neste último trecho do caminho, todos corremos o perigo de ficarmos sonolentos e adormecer. Paulo escreve a Timóteo: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios.” Aquele que não anda diante do Senhor em toda a verdade se torna sonolento e fica aberto para os ensinos mentirosos dos demônios. Mas permanecer em toda a verdade significa revestir-nos de toda a plenitude de Cristo: “…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.” Somente Ele é a verdade. Aquele que se reveste dEle, permanece acordado e recebe poder de vitória: “Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro.” Permaneça acordado espiritualmente! E se você já adormeceu, o Senhor lhe diz: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Terça-feira,13 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“E pôs todas as cousas debaixo dos seus pés e, para ser o cabeça sobre todas as cousas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as cousas.” Efésios 1.22-23

Atentemos para a repetida expressão “todas”, “sobre todas as cousas”, “em todas”. Aqui vemos que o triunfo de nosso Senhor foi representado por Sua ascensão ao céu. Realmente, a ascensão do Senhor foi o triunfo definitivo sobre todo o poder de Satanás. Olhemos para o profundo e glorioso significado deste acontecimento. Antes de qualquer outra coisa, a ascensão de Jesus significou o fim de Sua humilhação, pois por ocasião de Sua ascensão se cumpriram as palavras: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome.” Se um dia seremos coroados com glória, então é porque nos humilhamos como o Senhor Jesus Cristo, nos humilhamos com Ele, nos identificando plenamente com Sua maneira de ser. O glorioso significado da ascensão do Senhor Jesus nos é revelado na carta aos Efésios: “Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as cousas.” Isso significa que a ascensão do Senhor foi o cumprimento definitivo das profecias do Antigo Testamento que falam da Sua vinda. Da mesma maneira se cumprirá a profecia sobre Sua segunda vinda. Que promessa maravilhosa! Como poderíamos estar tristes, se a ascensão do Senhor nos garante Sua segunda vinda?

Extraído do livro -”Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Segunda-feira,12 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” Atos 1.9

A fim de provar o quanto a ressurreição foi real, Jesus permaneceu quarenta dias sobre a terra e se manifestou a muitas testemunhas. Depois Ele foi tomado de seu meio. Para seus discípulos, esses quarenta dias foram como uma escola de fé onde aprenderam a crer na realidade da ressurreição de Jesus. Nosso bendito Senhor também esteve quarenta dias numa “escola de fé” no deserto e deu provas da Sua obediência. Mas depois subiu do Monte das Oliveiras ao céu. O que aconteceu durante a ascensão do Senhor nunca poderemos descrever. Somente a fé imagina o desenrolar dos fatos. Primeiro houve a travessia triunfal da esfera das trevas. Aqui devemos ter em mente o que Paulo disse mais tarde em Efésios 6.12, ou seja, que os principados e potestades estão nas regiões celestes abaixo do céu. Quando o Senhor Jesus subiu ao céu através dessas regiões, todos estes principados e poderes das trevas ficaram imobilizados, pois o Salmo 68 diz: “…levaste cativo o cativeiro.” Isso não significa nada menos que o Vencedor do Calvário tomando em Seu poder os poderes infernais por ocasião da Sua ascensão ao céu. E o episódio final que fecha Sua ascensão ao céu foi Ele se assentando à direita da majestade de Deus.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Domingo,11 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“…Tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” Mateus 20.28

O quinto princípio da natureza de Jesus é o serviço santo em favor ao próximo. “…Sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.” O próprio Jesus é a fonte. Ele nos amou muito! O maior culto de adoração a Deus é a entrega da própria vida. Servir ao Senhor significa seguir pelo caminho mais humilde, não esperar nenhum reconhecimento, nenhuma recompensa, nenhum agradecimento, mas simplesmente servir, porque Jesus serviu você. Isso é servir vitoriosamente!

Vejamos o sexto princípio: “Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou.” Você perdoou o seu próximo de todo o coração, da mesma forma que o Senhor perdoou você? Eu não duvido que feriram você, que não fizeram caso de você, que você foi deixado de lado. Você já perdoou de coração? Que atmosfera abençoada produz a amizade sincera e pura! Ela estava presente quando Jesus era hóspede de Lázaro, Marta e Maria, e Maria ungiu os pés de Jesus com um perfume precioso: “…e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo.” Quando alguém entra em sua casa, consegue perceber se este glorioso perfume da amizade cordial enche seu lar!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Sábado, 10 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Portanto cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação.” Romanos 15.2

Aqui temos um terceiro princípio da natureza de Jesus. Repare no que é bom, veja o que é santo, o que é eterno no seu próximo e se comporte diante dele de acordo com isso. Em poucas palavras: ser apagado, anular-se a si mesmo, no bom sentido, significa estimular o outro para o bem e para um crescimento cada vez maior.

E disso resulta o quarto princípio: a disposição para carregar fardos. “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.” Mas de onde surgem os problemas e as áreas de atrito no seu relacionamento com o próximo? Somente no fato de você querer receber ao invés de dar. Você espera algo de seu próximo enquanto ele espera algo de você. Você quer receber amor da parte dele, enquanto ele procura muito uma manifestação do amor de Jesus Cristo em sua vida. Pense agora em como você poderia aliviar a vida de seu próximo no seu dia-a-dia. “Imagine!”, diz você, “já ando sobrecarregado com meu próprio fardo!” Então olhe para Jesus e apodere-se da natureza dEle! Desta maneira, você terá condições de ajudar a levar as cargas dos outros e ao mesmo tempo você será abençoado. Jesus deu. Ele deu sempre. Ele deu tudo. Ele deu Sua vida. Ele levou nossas cargas. Ele carregou nossos pecados. Ele carrega você até à velhice, até você ficar com cabelos bem branquinhos!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Sexta-feira, 09 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“…Por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.” Filipenses 2.3

Através do nosso relacionamento com os outros demonstramos se de fato temos a índole de Jesus em nós. Peço-lhe que você examine este relacionamento pelos princípios bíblicos manifestos no caráter de Jesus:

1. Humildade: essa não é uma virtude, mas é o próprio fundamento da natureza de Jesus. Ele diz: “…sou manso e humilde de coração.” Somente temos e conservamos verdadeira humildade quando nos encontramos na presença imediata do Deus santo. Somente assim seremos capazes de considerar o outro superior a nós mesmos. Aquele que se reconhece à luz da majestade de Deus sempre considera a qualidade espiritual do próximo superior à própria vida de fé. Por isso, o orgulho espiritual é a maior ilusão que existe, é uma grande auto-sugestão.

2. Amor fraternal: este princípio da natureza de Jesus está intimamente relacionado com o primeiro: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” Aquele que pratica esse amor honra o Senhor na pessoa do seu próximo. Procurando ter comunhão espiritual, essa pessoa prefere cada irmão e cada irmã em honra, vê e honra o Senhor na pessoa de seu próximo. Esse respeito e essa consideração pelos outros também se manifestam no fato de você não falar demais de sua própria religiosidade e de suas experiências espirituais.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)