No Novo Ano Tudo Vai Ser Diferente?

No novo ano,tudo vai ser diferente”No novo ano tudo vai ser diferente! Vou deixar meus maus hábitos!” Você também tomou resoluções desse tipo, usando a mudança de ano como data para uma virada em sua vida?

A cada novo ano, muitas pessoas tomam resoluções radicais para suas vidas. A mudança de ano vem acompanhada de uma certa aura de transformação, levando-nos a crer que nessa data será mais fácil romper com maus hábitos e superar fraquezas de caráter.

O que sobra de todos esses bons propósitos? O que resta das decisões tomadas em datas aparentemente significativas? Talvez alguns se lembrem que no dia 9/9/99 foram realizados muitos casamentos em diversas partes do mundo. E agora certamente os primeiros desses matrimônios já estão desfeitos. Harmonia rompida e promessas de fidelidade não cumpridas levaram ao fracasso.

Pedro garantiu certa vez a seu Mestre: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei” (Mt 26.35) – mas ele falhou vergonhosamente. Será que o comportamento desse discípulo não espelha nossos próprios propósitos vãos? Será que também nós não falhamos repetidamente? Paulo escreve: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7.19). Muitos de nós procuram desculpar e minimizar suas falhas, dizendo: “Paulo também era assim…” Mas ele, nessa passagem, procura apenas demonstrar a luta entre o bem e o mal dentro de cada um de nós. Em outras passagens fica muito claro que ele estava empenhado com todas as suas forças em viver uma vida vitoriosa. Paulo prosseguia em direção ao objetivo, em direção a Cristo: “…prossigo para o alvo…” (Fp 3.14).

No caso de Daniel, a chave para sua vida vitoriosa estava muito bem definida. Ele também chegou ao ponto em que tomou uma resolução: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Dn 1.8).Daniel conseguiu colocar sua resolução em prática porque, mesmo sob ameaça de morte, em nenhuma circunstância deixou de orar três vezes por dia ao seu Deus: “três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (Dn 6.10b). Esse hábito era algo natural para ele. Mas é justamente nesse ponto que todos os nossos bons propósitos falham. Estamos dispostos, temos o firme propósito de deixar de lado maus hábitos e velhos defeitos. Dizemos a nós mesmos: “A partir de 1º de janeiro vai ser para valer!” Mas falharemos vergonhosamente mais uma vez se apenas deixarmos os maus costumes de lado, sem nos habituarmos a levar uma vida realmente voltada para Deus.

Como está nossa relação com Deus? Tornou-se hábito para nós ler Sua Palavra, orar e servi-lO? Acerca de Jesus está escrito: “E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.39-40). É nesse sentido que desejo a todos um ano muito abençoado, um ano em que nossos hábitos e costumes nos levem para mais perto de nosso Senhor e Mestre. “Orai, para que não entreis em tentação!” 

Fonte:chamada.com

O Dever da Paciência

“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.” (Tg 1.2-4)

Nós, neste momento somos pouco capazes de formar uma concepção do estado da Igreja na era apostólica. O Cristianismo entre nós não possui nenhum dos males a que os cristãos primitivos foram expostos. Mas a que isso é devido? Está o Cristianismo mudado em tudo? ou é menos ofensivo do que era aos olhos dos homens ímpios? Não. É o mesmo de sempre, e, se aqueles que professam ser cristãos não são desprezados e odiados agora como eram nos tempos antigos, é porque eles mantêm “apenas a forma de piedade, e não têm o seu poder.” Deixe as pessoas entrarem no espírito do Cristianismo, agora, quanto ao que os cristãos fizeram nos dias apostólicos, e eles serão tratados precisamente como eles foram; pelo menos, as leis da terra admitirão isso; e, se não forem perseguidos até a morte, isto não será procedente de terem mais amor à piedade no coração carnal agora, do que havia então; mas em razão da maior proteção que é proporcionada pelas leis do país, e de um espírito de tolerância moderno que comumente é estabelecido.
A real e vital piedade foi então universalmente odiada, e é assim ainda. Não foi para os judeus convertidos na Palestina que Tiago escreveu, mas para “as doze tribos que andavam dispersas.”, ou seja os cristãos judeus que viviam fora dos termos de Israel. A religião não foi perseguida apenas parcialmente, mas em todas as partes e em todos os lugares, e ainda é, em todos os lugares, porque os cristãos são uma pedra de tropeço para os judeus, e loucura para os gregos, e todos aqueles que cultivarem isto, mais cedo ou mais tarde precisarão ter o consolo do nosso texto administrado a eles para apoiá-los.
Nas palavras que lemos, vemos,
I. A parte designada por povo de Deus.
Nos séculos anteriores eram odiados por causa da justiça.
Volte ao tempo de Abel. Você bem sabe que ele foi assassinado por seu próprio irmão Caim. E qual foi a razão da inimizade de Caim contra ele? Somos informados em I João 3.12: “não segundo Caim, que era do Maligno e assassinou a seu irmão; e por que o assassinou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas.”. Desça a todas as épocas sucessivas, e você ainda irá encontrar a mesma inimizade subsistindo entre a semente da mulher e a semente da serpente. Como a luz e as trevas, assim também Cristo e Belial, tanto em si mesmo e em seus membros, sempre foram, e sempre serão, opostos um ao outro, 2 Cor 6.14,15. Assim, a diversidade de provações a que os piedosos foram expostos, são apresentadas em resumo no 11º capítulo da Epístola aos Hebreus: “Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra.”
Vá ao tempo de Cristo e seus apóstolos: pode-se esperar que a sua luz superior e piedade, e os inúmeros milagres com os quais a sua missão divina foi confirmada, iria livrá-los de tal tratamento mau; e, especialmente, que o Senhor Jesus Cristo, cujo caráter era tão impecável, e cuja sabedoria era infinita, fosse capaz de superar os preconceitos de um mundo enfatuado e cego. Mas eles somente foram mais expostos aos insultos e crueldade dos ímpios em tal proporção que a sua luz brilhou com um esplendor mais brilhante. E todos os que nos primeiros séculos da Igreja se tornaram seguidores de Jesus, foram, em sua medida, submetidos às mesmas tentações, e tiveram que beber do mesmo cálice amargo.
O mesmo tratamento que lhes foi dado é encontrado nos presentes dias.
Temos observado que uma mera forma de piedade passará sem sofrer oposição; mas a piedade real e vital, nos sujeitará à censura em nossos dias, mais do que nunca. “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2 Tim 3.12). Esse tipo de piedade que surge a partir de si mesma e termina em si mesma, vai nos levar a estarmos no favor do mundo, mas a que é derivada completamente de Cristo como sua boa fonte e autor, e que é exercida exclusivamente para o avanço de sua glória, é, e sempre será, odiosa aos olhos dos ímpios, precipitará a fúria dos demônios; e um homem que incorpora isso em sua vida e conversação não pode escapar da perseguição mais do que o próprio Cristo podia.
Receber tudo de Cristo, e fazer tudo por Cristo, é a própria essência da piedade cristã, e ao exigir isto de seus seguidores, o nosso bendito Senhor legou à sua Igreja uma fonte que nunca falha quanto ao mundo. Isto ele mesmo nos diz: “Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre a filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa.” (Mt 10.34,35)
Consequentemente, encontramos de modo universal, que, quando uma pessoa começa a viver pela fé no Senhor Jesus Cristo, e a dedicar-se ao seu serviço, todos os seus amigos e parentes ficarão alarmados, e tentarão, por todos os métodos de ridicularização, ou ameaça, ou persuasão, desviá-lo de seu propósito. Deixe ele viver com todo o descuido de sua alma, e ninguém vai se incomodar com ele. Ele pode viver toda a sua vida em tal estado, e nenhum amigo vai exortá-lo a servir ao Senhor, mas a menor abordagem da piedade será desencorajada por cada amigo e parente que ele tiver. Não que a religião será desaprovada como religião em si; algum nome mal deve ser dado a isto em primeiro lugar, e em seguida, será reprovado sob esse caráter. Mas as próprias pessoas que mantêm na mais alta veneração os nomes dos apóstolos e dos grandes reformadores da nossa Igreja, e que elevariam santuários e monumentos aos santos falecidos punirão os santos vivos com o maior rancor; e fossem os apóstolos ou reformadores viverem novamente na terra, e receberiam o mesmo tratamento daqueles que lhes foi dado pelo povo da época em que eles viveram. Se eles chamaram de Belzebu ao Dono da casa, é em vão para qualquer um dos seus servos abrigar a esperança de que ele deve escapar de uma acusação semelhante.
Dolorosa como essa parte é a carne e o sangue, ninguém precisa temer isto, se atender às
II. Instruções dos Apóstolo em relação a isto.
Deus graciosamente designa a seu povo esta parte, a fim de promover seu bem-estar espiritual, e para progressivamente transformá-los à imagem divina em verdadeira justiça e santidade. Daí Tiago exortar os seus irmãos que estavam sendo afligidos a considerarem suas provações como um meio para um fim; e,
1. Para darem boas-vindas aos meios.
A própria tendência das tentações é trabalhar a paciência em nossas almas. Elas, primeiro, operam efetivamente para a produção de impaciência, ou, melhor, devo dizer, para suscitar aquelas disposições más que se escondem em nossos corações. Desde que tenhamos o nosso orgulho em alguma medida, subjugado, não sabemos como suportar a indelicadeza que recebemos; nós nos preocupamos sob isto, e nos iramos como o novilho ainda não domado, mas quando descobrimos a nossa fraqueza, temos vergonha disso, e nos humilhamos diante de Deus por conta disso, e imploramos a sua graça para nos apoiar, e assim, somos gradualmente instruídos pela disciplina, e somos, finalmente, “fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria, dando graças ao Pai”, Col 1.11, que tem feito em nós uma grande mudança de coração e de vida que nos expõe à inimizade do mundo ímpio.
Agora, quando vemos o que o nosso bom Deus nos designou para estas tentações, devemos não somente estar reconciliados com elas, mas ser gratos por elas, como diz o apóstolo: “tenham por motivo de grande alegria o passardes por várias tentações.”, pois, o preço pode ser muito grande para a aquisição de algo tão valioso como a de um espírito manso, submisso e paciente? Nós submetemos nossa vontade a muitas coisas que desagradam a carne e o sangue para o avanço da nossa saúde física, e não devemos ficar felizes em não tomar as prescrições do nosso celeste Médico para a saúde de nossas almas? Que importa que sejam impalatáveis para o nossos gostos? Devemos considerar a aflição como algo bom, quando sabemos quais os benefícios que resultarão delas; e isto é assegurado: “que os sofrimentos da presente vida não são dignos de serem comparados com o peso da glória que há de ser revelada em nós.”, Rom 8.18. Quando vemos, portanto, as nuvens se reunindo ao nosso redor, não devemos ficar alarmados, mas devemos dizer sim, com o agricultor cuja lavoura está morrendo com a seca, agora Deus está prestes a renovar e frutificar meu coração estéril, e suas nuvens devem cair copiosamente na minha alma. E no que meditam seus inimigos, senão somente no mal? Isto deveria trazer qualquer preocupação para você, quando sabe que eles têm se empenhado somente para anular tudo o que é bom? Digo, com o profeta : “Não temais” quaisquer ameaças, por maiores que elas possam parecer, nem se queixem de qualquer tentação, embora seja opressiva, mas se alegrem em meio a elas no seu Deus, e lhe bendigam por estar lhes considerando “dignos para suportá-las”, e aceitá-las como um inestimável “presente de suas mãos” , “e” ter prazer nelas” por saber o que elas vão certamente produzir para o seu bem-estar e para a “glória de Deus”, I Pe 4.14-16.
2. Para cultivar o fim.
Deus tem designado as provações como um meio de torná-lo semelhante a ele, que “foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.”, Is 53.7. Busquem experimentar esse benefício delas, e “tenha a paciência a sua obra perfeita em vocês, para que sejas perfeitos e completos, sem faltar nada.”, não se queixe que suas tentações são pesadas, ou de longa duração, mas esteja mais ansioso para ter a sua escória consumida, do que ter a intensidade do forno reduzida. Foi “por meio de sofrimentos que o Senhor Jesus Cristo foi aperfeiçoado”, Heb 2.10, e se “Ele aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”, não devemos estar prontos para aprendê-la da mesma forma? Estamos sempre prontos para pensar que a perfeição consiste em virtude ativa, mas Deus não é nem um pouco menos honrado na virtude passiva, e quando a paciência até agora tem operado em sua alma como para fazê-lo “gloriar-se nas tribulações” por amor ao Senhor, e você possa dizer a partir do íntimo de sua alma, em todas as circunstâncias, “Não a minha vontade, mas seja feita a tua”, você terá atingido aquela medida de santidade que constitui a perfeição, e você vai em breve, como o trigo que está completamente maduro, ser guardado no celeiro de seu Pai celestial. Você já leu que Jesus, depois de ter sofrido a cruz, desprezando a vergonha, se assentou à direita do trono de Deus, esteja então contente, por “sofrer juntamente com ele, para que, no devido tempo, você possa ser glorificado.” Que este seja o seu único objetivo; e ore para que “o Deus de paz, que tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus através do sangue da aliança eterna, lhe aperfeiçoe em toda boa obra para fazer a sua vontade, operando em você o que é bom e agradável à sua vista, através de Cristo Jesus.”

Tradução e adaptação feitas pelo Pr Silvio Dutra, de um texto de Charles Simeon, em domínio público.

Fonte:gospelmais

PORQUE DELE, POR ELE E PARA ELE SÃO TODAS AS COISAS!

1 – O firmamento, o sol, a lua e as estrelas:

Todos: São dele!

2 – Os alicerces da terra:

Todos: São dele!

3 – A terra e a sua plenitude:

Todos: São dele!

4 – Toda prata, todo ouro, todas as riquezas:

Todos: Pertencem a Ele!

5 – O mundo e os que nele habitam:

Todos: São dele!

6 – Essa igreja e o ministério,

1,2 – O coral e o conjunto,

3,4 – As crianças e o PROATI,

5,6 – Essa União de Adolescentes,

Todos: Todos são dele, Porque dele, por Ele e para Ele são todas as coisas!

1 – As mais belas vozes:

Todos: São para Ele!

2 – As mais humildes orações:

Todos: São para Ele!

3 – Os mais sinceros louvores:

Todos: São para Ele!

4 – Os mais delicados versos:

Todos: São para Ele!

5 – As mais tocantes pregações:

Todos: São inspiradas por Ele!

6 – Os dízimos e ofertas:

Todos: São apenas devolução daquilo que Ele nos tem dado! Porque dele, por Ele e para Ele são todas as coisas!

1 – É verdade, Igreja, o Deus a quem servimos é o Deus todo poderoso, criador de todas as coisas e por Ele todas as coisas permanecem!

2 – Ninguém deu a Ele primeiro, antes, tudo vem da sua mão!

3 – Dele vem a força para trabalhar, a inteligência para criar e até a vontade para realizar!

4 – Porque toda boa dádiva e todo dom perfeito descem do alto, do Pai das luzes em quem não há mudança nem sombra de variação!

5 – É dele o falar, é dele o agir, é dele o engrandecer, é dele o dar força a tudo!

6 – É ele que abate e também exalta, que humilha o exaltado e levanta o pobre do pó, porque tudo está nas suas mãos!

1 – Muitas vezes, o homem não entende que aquilo que é Deus é consagrado!

2 – Quando Belsazar reinava em Babilônia, ele deu um banquete a todos os seus grandes e alegrou-se demais como seu vinho!

3 – E mandou que se trouxessem os vasos e os utensílios do templo em Jerusalém para beber vinho neles!

4 – E trouxeram os vasos perante o rei e ele os usou para dar louvores aos deuses de prata, de ouro, de cobre, de ferro, de madeira e de pedra!

5 – Mas Deus a tudo contempla e os seus olhos estavam fixos também em Babilônia. E quando o rei e os seus grandes estavam no auge da sua orgia, Belsazar teve uma visão aterradora!

Todos: Ele contemplou a Mão de Deus escrevendo a parede do salão!

1 – Pois quem é o homem que se atreve a desafiar o Senhor? Quem pode tocar naquilo que é consagrado para Deus e sair impune?

2 – O nosso Deus contempla todas as coisas e está pronto a abençoar os fieis e castigar aqueles que zombam dele!

3 – E naquela mesma noite morreu Belsazar porque o nosso Deus é zeloso e santo!

4 – Da mesma forma acontece em nossas vidas! Eu e você somos vasos de Deus, criados para sua glória e seu louvor!

5 – E muitas vezes, o inimigo quer tocar em nossas vidas, mas o nosso Deus toma providência e diz: Esse aí não! Essa também não!

6 – Eu sou de Deus! Você é de Deus! A Igreja é de Deus! E estamos todos abrigados debaixo da sombra do Onipotente.

Todos: Porque a nossa vida está escondida com Cristo em Deus e o maligno não nos toca!

1 – E porque tudo é de Deus, Ele dá a quem quer e quando quer! Mas tudo deve ser usado para a sua glória e seu louvor!

2 – Batismo com o Espírito Santo, dons espirituais…

3 – Operadores de milagres; dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas…

4 – Inteligência, inspiração, poder, amor e moderação…

5 – Tudo, tudo é o Senhor que nos dá!

6 – E esses talentos devem usados na sua obra. A uns ele dá cinco, a outros dois, a outros um, mas todos recebem alguma coisa!

Todos: E no dia do acerto de contas, Ele vai cobrar aquilo que Ele nos deu. Irás te apresentar diante do justo juiz de mãos vazias ou estás desenvolvendo os dons que Deus te deu?

1 – Nosso Senhor não negou entregar seu próprio filho para morrer por nós em morte de cruz!

2 – Da mesma maneira, Ele é digno de receber nossas vidas consagradas, puras e santas totalmente para Ele!

3 – É isto que esta União de Adolescentes tem feito durante esses ___ anos. Temos vivido vidas de santidade, trabalhando para o Senhor em gratidão por tudo quanto Ele nos tem feito!

4 – Por isso não paramos de louvar, porque Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.

5 – Se tu reconheces que tens motivos para louvar e adorar ao Senhor, não fica calado nesta noite! Abre a tua boca e enche este lugar de glória o Rei dos Exércitos!

6 – Glória pela salvação. Glória pelo perdão dos pecados. Glória pela vida eterna. Glória pelo Espírito Santo em nossas vidas. Glória pelo céu. Glória pelas bênçãos que só Ele pode nos dar!

Todos: Porque dele, por Ele e para Ele são todas as coisas! Glória, pois a Ele, eternamente. Amém!

Vida com Alicerce

Jesus pergunta: “Por que vocês me chamam ‘Senhor, Senhor’ e não fazem o que eu digo?” (Lc 6:46).

Encontramos a expressão “Senhor, Senhor” mais quatro vezes nos evangelhos, duas em Mateus 7 falando dos que profetizam, expulsam demônios e fazem maravilhas em nome de Jesus. Desses Jesus diz: “Nunca os conheci”. As virgens insensatas também clamam “Senhor, Senhor”, ao descobrirem que ficaram do lado de fora e não podem seguir o Noivo. São os falsos crentes, sem o azeite que representa o Espírito Santo. E no capítulo 13 de Lucas um pai de família fecha a porta sem dar ouvidos aos que do lado de fora clamam: “Senhor, Senhor”.

Em 2 Tessalonicenses 2:10 ao 12 vemos os “que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça” (2 Ts 2:10-12). Estes são os deixados para trás após o arrebatamento da Igreja, por professarem ser cristãos sem nunca o terem sido. É a cristandade apóstata, a “Grande Meretriz” de Apocalipse, que crerá na mentira do anticristo. São os que escutam o evangelho, porém rejeitam “o amor à verdade”.

Ter amor à verdade é amar aquilo que Jesus falou, mas isto não se restringe às palavras de Jesus nos evangelhos. A rigor, a Bíblia toda é a Palavra de Deus, e as cartas dos apóstolos são as instruções diretas dadas à Igreja. Paulo afirmou: “O que lhes estou escrevendo é mandamento do Senhor” (1 Co 14:37). Muitos cristãos hoje sentem aversão ao que Paulo escreveu. Eles leem os fundamentos deixados pelos apóstolos como se fossem opiniões pessoais ou velhos costumes orientais. Não percebem que eles são o alicerce do cristianismo, e Cristo a “pedra angular”.

Jesus avisa: “Aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica, é como um homem que construiu uma casa sobre o chão, sem alicerces. No momento em que a torrente deu contra aquela casa, ela caiu, e a sua destruição foi completa” (Lc 6:49). Mas os que creem em Cristo são “membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular, no qual todo o edifício é ajustado e cresce para tornar-se um santuário santo no Senhor. Nele vocês também estão sendo juntamente edificados, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito” (Ef 2:19-22). É este o seu alicerce?

Autor: Mario Persona
Fonte: O evangelho em 3 minutos 

Via:gospelprime

Quinta-feira, 15 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.” 1 Tessalonicenses 5.6

O Senhor exaltado fala claramente à igreja de Sardes e também a nós por meio de Sua palavra: “Sê vigilante!”Adormecemos espiritualmente em relação a três coisas: oração, palavra, testemunho.

1. Estar desperto na vida de oração significa que levamos a sério o poder da oração, que “antes de tudo” estejamos de joelhos lutando, que clamemos a Deus sem cessar, porque sabemos que Ele ouve orações. O Senhor espera por você agora. Talvez Ele já esteja esperando o dia todo por você, ansioso para que você O busque em oração. É Ele que dá a bênção, mas: “Nada tendes, porque não pedis.”

2. O sono em relação à Palavra é igualmente enganoso. Você se firma nas promessas que o Senhor lhe deu? A vontade de Deus em relação à nossa santificação está na Bíblia da mesma maneira e com a mesma ênfase com que o Senhor expõe nela a Sua vontade de salvar a todos os homens de seus pecados.

3. Só tem poder e autoridade espiritual aquele que ora vitoriosamente, que leva a Palavra a sério, que não se deixa deter por cansaço mental, mas que continua implorando diante do trono da graça de Deus até ser atendido. Só quem tem uma vida de oração pela Palavra de Deus consegue ter um testemunho vibrante e eficaz!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Quarta-feira,14 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” Apocalipse 3.11

O Senhor ainda não voltou, Ele ainda espera. Mas olhamos constantemente para o grande momento em que seremos transformados e receberemos um corpo “semelhante ao Seu corpo de glória”, e com velocidade inimaginável seremos arrebatados para junto dEle nas nuvens. Mas agora nos encontramos exatamente no período sobre o qual Mateus diz: “E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono, e adormeceram.” Eu gostaria de salientar que, neste último trecho do caminho, todos corremos o perigo de ficarmos sonolentos e adormecer. Paulo escreve a Timóteo: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios.” Aquele que não anda diante do Senhor em toda a verdade se torna sonolento e fica aberto para os ensinos mentirosos dos demônios. Mas permanecer em toda a verdade significa revestir-nos de toda a plenitude de Cristo: “…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.” Somente Ele é a verdade. Aquele que se reveste dEle, permanece acordado e recebe poder de vitória: “Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro.” Permaneça acordado espiritualmente! E se você já adormeceu, o Senhor lhe diz: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Terça-feira,13 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“E pôs todas as cousas debaixo dos seus pés e, para ser o cabeça sobre todas as cousas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as cousas.” Efésios 1.22-23

Atentemos para a repetida expressão “todas”, “sobre todas as cousas”, “em todas”. Aqui vemos que o triunfo de nosso Senhor foi representado por Sua ascensão ao céu. Realmente, a ascensão do Senhor foi o triunfo definitivo sobre todo o poder de Satanás. Olhemos para o profundo e glorioso significado deste acontecimento. Antes de qualquer outra coisa, a ascensão de Jesus significou o fim de Sua humilhação, pois por ocasião de Sua ascensão se cumpriram as palavras: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome.” Se um dia seremos coroados com glória, então é porque nos humilhamos como o Senhor Jesus Cristo, nos humilhamos com Ele, nos identificando plenamente com Sua maneira de ser. O glorioso significado da ascensão do Senhor Jesus nos é revelado na carta aos Efésios: “Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as cousas.” Isso significa que a ascensão do Senhor foi o cumprimento definitivo das profecias do Antigo Testamento que falam da Sua vinda. Da mesma maneira se cumprirá a profecia sobre Sua segunda vinda. Que promessa maravilhosa! Como poderíamos estar tristes, se a ascensão do Senhor nos garante Sua segunda vinda?

Extraído do livro -”Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Segunda-feira,12 de Maio de 2014 – Meditações Diárias

“Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” Atos 1.9

A fim de provar o quanto a ressurreição foi real, Jesus permaneceu quarenta dias sobre a terra e se manifestou a muitas testemunhas. Depois Ele foi tomado de seu meio. Para seus discípulos, esses quarenta dias foram como uma escola de fé onde aprenderam a crer na realidade da ressurreição de Jesus. Nosso bendito Senhor também esteve quarenta dias numa “escola de fé” no deserto e deu provas da Sua obediência. Mas depois subiu do Monte das Oliveiras ao céu. O que aconteceu durante a ascensão do Senhor nunca poderemos descrever. Somente a fé imagina o desenrolar dos fatos. Primeiro houve a travessia triunfal da esfera das trevas. Aqui devemos ter em mente o que Paulo disse mais tarde em Efésios 6.12, ou seja, que os principados e potestades estão nas regiões celestes abaixo do céu. Quando o Senhor Jesus subiu ao céu através dessas regiões, todos estes principados e poderes das trevas ficaram imobilizados, pois o Salmo 68 diz: “…levaste cativo o cativeiro.” Isso não significa nada menos que o Vencedor do Calvário tomando em Seu poder os poderes infernais por ocasião da Sua ascensão ao céu. E o episódio final que fecha Sua ascensão ao céu foi Ele se assentando à direita da majestade de Deus.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)